CONTADOR

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dicas para usar o alcool gel


Desde o surgimento do vírus Influenza A (H1N1) no país, a Secretaria Municipal de Saúde vem trabalhando com medidas preventivas para evitar o aumento de casos no município.
Uma das medidas mais simples é a higienização das mãos, seja com água e sabão ou alcool gel. “É a medida individual mais simples e acessível para prevenir a propagação de infecções, já que as mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos, pois a pele é um possível reservatório de diversos microrganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminados”,
A principal finalidade da higienização das mãos é a remoção de sujidade, suor, oleosidade, pêlos, células descamativas e da microbiota da pele, interrompendo a transmissão de infecções veiculadas ao contato.
Esta medida é importante e adequada neste momento para o vírus Influenza A (H1N1), mas se este hábito se incorporar no dia-a-dia das pessoas irá contribuir para evitar outras doenças como a Hepatite A. Outra medida essencial é jamais tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sem higienização.

Como Lavar as mãos:

segunda-feira, 17 de maio de 2010

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM


AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM

Se as crianças vivem em meio a críticas, aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade, aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo, aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância, aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios, aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação, aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação, aprenderão a gostar de si mesmos.
Se as crianças vivem onde há honestidade, aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança, aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade, aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.

(Dorothy Law Nolte)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

BULLYING


O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana.
A palavra bullying é originária do verbo de língua inglesa to bully, que significa maltratar. O termo surgiu na Grã-Bretanha para designar uma forma de crueldade que se dava na relação entre crianças e adolescentes. A Associação Brasileira de Proteção da Infância e Adolescência (Abrapia), por exemplo, diz o seguinte do bullying: “é quando se usa do poder ou da força para intimidar ou perseguir os outros. As vítimas de intimidação normalmente são indefesas e incapazes de motivar outras pessoas para agirem em sua defesa. Trata-se, infelizmente, de um problema que afeta as nossas escolas, comunidades e toda a sociedade”.
O bullying ocorre entre iguais, no caso entre estudantes. Está relacionado a atitudes agressivas, intencionais e que se repetem. Causa dor e angústia. Pode se manifestar num simples apelido: se a criança ou adolescente que recebeu o apelido se sentir ofendida, e se os colegas insistirem na brincadeira, esta deixa de ser brincadeira e passa a ser uma agressão. A insistência pode ainda alimentar uma revolta, desencadear uma agressão física. E quando esse sentimento é reprimido, as conseqüências da angústia e do sofrimento contínuos para a formação da personalidade são pouco previsíveis.

Características dos Bullies


Os agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar.
Os meninos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as meninas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se caracteriza, principalmente, como prática de exclusão ou difamação
Este isolamento é obtido através de várias técnicas (espalhar comentários; intimidar outros que desejam relacionar-se com a vítima; criticar o seu modo de vestir, a sua etnia ou religião, incapacidades…).

Bullying e o mal que causa (Versão lenta para escolas)



Obs: Conheces alguma história de bullying?
Envia para o nosso e-mail:
emefcoelhoneto@gmail.com

O celular e o adolescente



É difícil encontrar um adolescente que não tenha celular hoje. Com o barateamento dos aparelhos, o telefone móvel, antes restrito aos pais, chegou aos jovens. Hoje, inclusive, ele é utilizado como uma forma de controlar à distância a rotina dos filhos. Mas é claro que os adolescentes adoram usar o celular também para outras finalidades: mandar mensagens, jogar, ouvir música e falar com os amigos. O resultado é que, muitas vezes, o celular acaba atrapalhando os estudos. Para evitar esse tipo de problema, os pais e a escola devem entrar em ação.

Como a escola deve trabalhar?

A escola deve proibir aparelhos ligados durante as aulas. Caso o aluno precise usar o telefone em alguma situação especial, isso deve ser combinado entre os pais do aluno e a coordenação do colégio. "Um celular que toca durante a aula desvia a atenção de toda a turma. O uso tem de ser proibido em sala de aula e a família do aluno tem de entender isso", diz José Carlos Alves de Souza, diretor do Colégio de Aplicação da UFPE, de Recife (PE).

O que a família pode fazer?

Opte por um aparelho pré-pago para o seu filho. É uma maneira de controlar a quantidade de tempo que ele fala e como ele usa o celular. "É preciso impor regras e limites. Os adolescentes precisam que os pais se comportem como adultos e não como amigos", afirma Adilson Garcia, um dos diretores do Colégio Vértice, em São Paulo (SP). Além disso, evite ligar enquanto ele estiver na escola. "Muitas vezes é a família que liga para o aluno durante a aula e não percebe que está atrapalhando", afirma José Carlos Alves de Souza

domingo, 9 de maio de 2010

PARABÉNS AS MÃES

Desejamos a todas as Mães
Que o seu dia seja repleto de Felicidades,
Ao lado das pessoas mais queridas...
E que o Pai Celestial as conserve sempre assim,
Tão especiais e importantes na vida de tantas pessoas!!!

sábado, 8 de maio de 2010

Alunos da EMEF. Coelho Neto homenageiam as Mães

“Mamãe… com você a nossa festa será mais bonita”, foi assim que a EMEF. Coelho Neto recepcionou as mães no dia 06 de maio. Cada sala preparou calorosamente uma homenagem para prestigiá-las pelo seu dia, realizada no Teatro do C.E.U. São Mateus

3ºs anos



Há tantas mães

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MÊS DA INCLUSÃO

A escola trabalha com 19 alunos com necessidades Educacionais Especiais. Para demonstrar o quanto a inclusão se faz necessária, no mês de abril os alunos e professores promoveram "A Semana da Inclusão", com palestras, brincadeiras, vídeos educativos e oficinas. Mais uma vez a realização da atividade foi um sucesso!

SALA DE INFORMÁTICA

Os alunos passaram a desenvolver atividades de Inclusão, desenhos usando o software Paint, além os trabalhos de pesquisa através da Internet.







INFORMÁTICA - INCLUSÃO

SALA DE LEITURA

Sala de Leitura - Professora Maria José
Os alunos na Sala de Leitura assistiram vídeos sobre Inclusão entre outras atividades.




POSSO AJUDAR?

Os alunos da professora Lucy do 4º ano B realizaram uma das atividades que a princípio parecia ser uma brincadeira. A turma foi dividida em pares. Cada par recebeu uma venda, um da dupla usou a venda simulando o deficiente visual e o outro foi o acompanhante. O papel do acompanhante foi de estar ao lado do deficiente visual para oferecer e dar sua ajuda quando for aceita. Era importante perguntar se ele precisava de ajuda e de que forma essa ajuda poderia ser dada. Os pares eram orientados para realizarem diversas atividades, tais como: beber água, andar pelo pátio, subir e descer degraus, desviar de obstáculos, explorar a classe, etc. Em cada movimento, em cada passo a confiança tinha que estar presente.
Realizado todo o percurso, a dupla fez a troca das funções, o aluno que estava simulando o deficiente visual passaria a ser o acompanhante e assim vice-versa.
Depois do inusitado passeio todos voltaram para a sala de aula para contar as sensações vivenciadas.







segunda-feira, 3 de maio de 2010

Por que as pessoas gritam?


Um dia um certo mestre perguntou aos seus discípulos o seguinte:- Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas? Os homens pensaram por alguns momentos: Porque perdemos a calma, disse um deles - por isso gritamos. Mas, porque gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? - perguntou o mestre - Não é possível falar-lhe em voz baixa?
Porque gritas a uma pessoa quando estás aborrecido? Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao mestre. Finalmente ele explicou: Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distância. Em seguida o mestre perguntou: O que sucede quando duas pessoas se enamoram?
Elas não se gritam, mas sim se falam suavemente, porque?
Seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena, o mestre continuou. Quando se enamoram acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente, não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então o mestre disse: QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM, NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS, CHEGARÁ UM DIA EM QUE ADISTÂNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O BURACO DO MURO



Uma experiência muito bem sucedida de inclusão digital na Índia.

domingo, 25 de abril de 2010

Quando você pensou que eu não estava olhando


Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi você afixando minha primeira pintura na porta da geladeira e quis fazer mais uma.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi você fazer o meu bolo preferido e entendi como pequenas coisas se tornam especiais.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi você recitar uma prece e acreditei que existe um Deus a quem eu poderia me dirigir.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi lágrimas escorrerem em seus olhos e aprendi que algumas coisas ferem e magoam, mas que não há problema em chorar.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu percebi que você se importava comigo e resolvi dar o máximo de mim.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu olhava... E, como seu filho, quero agradecer por todas as coisas que vi quando você pensou que eu não estava olhando.

Fax Meor Hashabat

LIMITES

Limites

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ATO DE EDUCAR


Educar é tarefa árdua que exige dedicação e competência.

A mediação do conhecimento, em toda sua complexidade, deve visar a transformação pessoal dos indivíduos e, por conseqüência, a da sociedade.

Não se aprende apenas na escola, mas é nela onde vivemos alguns dos momentos mais importantes na construção da nossa identidade.

Todos: Pais, funcionários, diretores, coordenadores pedagógicos e, em especial, os professores são responsáveis no processo ensino-aprendizagem. Portanto, vamos juntos buscar uma educação de qualidade para nossas crianças, dando-lhes o melhor de nós, para que a resposta, no futuro, seja positiva.
Faça você a diferença!