sábado, 12 de junho de 2010
PROJETO XADREZ
Convidamos a todos que tiverem interesse em conhecer esse projeto de sucesso. Venha para jogar umas partidas de xadrez. O grupo está de coração aberto para recebê-lo e compartilhar conhecimentos, com a coordenação da Profª Tatiana Olberga (Ed. Física). Para começar a jogar basta ter vontade e nada mais. O xadrez não é jogo para inteligentes, é jogo para quem busca novos saberes.
terça-feira, 1 de junho de 2010
COPA 2010

Não conseguimos medir o quanto esta Copa do Mundo representa para todo Continente Africano.
Um povo esquecido e abandonado à sua própria sorte!
A fome, doenças como o HIV, as guerras civis que dizimaram povos e mutilaram tantos outros, a corrupção dos governantes e a segregação racial fizeram com que os países mais desenvolvidos olhassem para eles como um povo miserável!!
Agora a África tem a chance de mostrar o que tem de melhor: a alegria e a esperança! E o futebol é o meio pelo qual poderão provar isto. Chegou o momento... As muralhas cairão... Não existe mais medo... TSAMINA MINA SAM! ZANGALEWA! Porque isto é Africa!!
Profª Tatiana Olberga (Ed. Física)
IV OLIMPÍADAS ESTUDANTIS 2010 DE ATLETISMO
Nos dias 26 e 27 de maio os alunos participaram das Competições de Atletismo no Clube do CERET - Tatuapé sob a responsabilidade e orientação técnica do Professor José Valdene. Durante a abertura ocorreu o Hino Nacional e o Juramento do Atleta.
Equipes de várias escolas estavam muito animadas e respeitaram os adversários, dando exemplo de educação na competição de corridas, saltos e arremessos.
No final do evento, forma chamadas com alunos (as) atletas classificadas em 1º, 2º e 3º lugar para receber suas medalhas, que fizeram entregues pelo Professor José Valdene.
Parabéns para todos os competidores que representam a E.M.E.F. Coelho Neto com dedicação, amor e competência.
(7ªB) Amanda Aparecida Ferreira
1ºLugar (100 metros) - Corrida
(5ªB) Rafaella de Almeida Nogueira
1º Lugar (Arremesso de peso)
(6ªA) Letícia Souza de Almeida
2º Lugar (1.500 metros)- Resistência
(5ªC) Maria das Graças Santos Silva
3º Lugar (salto distância)- Salto em distância
(7ªA) Gerson Ribeiro de Souza
1º Lugar (100 metros)- Corrida
2º Lugar (200 metros)- Corrida
(8ªD) Robson Barbosa Ramos
2º Lugar (100 metros)- Corrida
(5ªD) Otaviano Bispo dos Santos Neto
2º Lugar (1.000 metros)- Resistência
(6ªD) Cleiton Almeida Vitor
3º Lugar (400 metros)- Corrida
3º Lugar (1.500 metros)- Resistência



Equipes de várias escolas estavam muito animadas e respeitaram os adversários, dando exemplo de educação na competição de corridas, saltos e arremessos.
No final do evento, forma chamadas com alunos (as) atletas classificadas em 1º, 2º e 3º lugar para receber suas medalhas, que fizeram entregues pelo Professor José Valdene.
Parabéns para todos os competidores que representam a E.M.E.F. Coelho Neto com dedicação, amor e competência.(7ªB) Amanda Aparecida Ferreira
1ºLugar (100 metros) - Corrida
(5ªB) Rafaella de Almeida Nogueira
1º Lugar (Arremesso de peso)
(6ªA) Letícia Souza de Almeida
2º Lugar (1.500 metros)- Resistência
(5ªC) Maria das Graças Santos Silva
3º Lugar (salto distância)- Salto em distância
(7ªA) Gerson Ribeiro de Souza
1º Lugar (100 metros)- Corrida
2º Lugar (200 metros)- Corrida
(8ªD) Robson Barbosa Ramos
2º Lugar (100 metros)- Corrida
(5ªD) Otaviano Bispo dos Santos Neto
2º Lugar (1.000 metros)- Resistência
(6ªD) Cleiton Almeida Vitor
3º Lugar (400 metros)- Corrida
3º Lugar (1.500 metros)- Resistência



quinta-feira, 27 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Países que foram campeões na Copa do Mundo
sexta-feira, 21 de maio de 2010
FESTIVAL DE DANÇA
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Hino da Copa do Mundo - 2010

A Canção da Copa do Mundo de 2010 tem por título Waving Flag. Foi escrita por um rapper naturalizado canadense nascido na Somália. Acompanhe a letra e sua tradução.
Waving Flag
Give me freedom, give me firer
Give me reason, take me higher
See the champions take the field now
You define us make us feel proud
In the streets are, as a lifting,
As we lose our inhibition
Celebration is around us, every nations all around us
Singing forever young, singing songs underneath the sun
Let’s rejoice in the beautiful game
And together at the end of the day
We all say
When I get older I will be stronger
They’ll call me freedom just like the a waving flag (2x)
And then it goes back (4x)
Ohhhooohoooohooo woooohooo ohooohooohooo (2x)
Tradução
Me dê liberdade, me dê fogo,
Me dê razão, me leve mais alto
Olhe os campeões conquistarem o campo agora,
Você nos define, nos faz sentir orgulhosos
Nas ruas estão, exaltados,
Enquanto nós perdemos nossa inibição
A celebração está em torno de nós, todas as nações, em torno de nós
Cantando “Forever Young”, cantando músicas sob o sol
Vamos nos alegrar no lindo jogo
E juntos no fim do dia
Todos dizem:
Quando ficar mais velho, ficarei mais forte
Eles me chamarão liberdade como uma bandeira ao vento (2x)
E então voltaremos (4x)
Ohhhooohoooohooo woooohooo ohooohooohooo (2x)
A torcida verde amarela COELHO NETO está se preparando!! Faça parte você também!
Profª Tatiana (Ed. Física)
Todos de olho na África

Com a Copa do Mundo, todos se voltam para o continente que sediará o evento.
Quando o juiz apitar dando início à Copa do Mundo, no dia 11 de junho, a África do Sul será o centro das atenções. Marcada historicamente pelo regime do Apartheid - vigente de 1948 a 1994 - que segregou social, politica e economicamente os negros, a nação foi palco de uma importante virada.
Hoje TODOS, não importa a cor, erguem juntos o país mais rico do continente!
Este é um belo exemplo para seguirmos na nossa escola!
Profª Tatiana (Ed. Física)
Pais Maus
Quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queremos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo: Eu os amei o suficiente para dizer-lhes“não”, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, e alguns momentos até me odiaram. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estamos contentes, vencemos! Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães; quando eles lhes perguntarem se seus pais eram maus, meus filhos vão lhes dizer: “Sim, nossos pais eram maus. Eram os pais mais malvados do mundo”.
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer pão, frutas e vitaminas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne e legumes. E eles nos obrigavam a jantar à mesa, bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Eles insistiam em saber onde estávamos à toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Papai insistia para que lhe disséssemos com quem iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles “violavam as leis do trabalho infantil”. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel. Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Eles insistiam sempre conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde. O papai, aquele chato, levantava para saber se a festa foi boa só para ver como estávamos ao voltar.
Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo de tudo para sermos “PAIS MAUS”, como os nossos foram.
Dr. Carlos Hecktheuer
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queremos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo: Eu os amei o suficiente para dizer-lhes“não”, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, e alguns momentos até me odiaram. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estamos contentes, vencemos! Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães; quando eles lhes perguntarem se seus pais eram maus, meus filhos vão lhes dizer: “Sim, nossos pais eram maus. Eram os pais mais malvados do mundo”.
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer pão, frutas e vitaminas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne e legumes. E eles nos obrigavam a jantar à mesa, bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Eles insistiam em saber onde estávamos à toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Papai insistia para que lhe disséssemos com quem iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles “violavam as leis do trabalho infantil”. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel. Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Eles insistiam sempre conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde. O papai, aquele chato, levantava para saber se a festa foi boa só para ver como estávamos ao voltar.
Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo de tudo para sermos “PAIS MAUS”, como os nossos foram.
Dr. Carlos Hecktheuer
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